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agora você pode rastrear amigos pelo SMS
Serviços como o Foursquare facilitaram a vida de quem está sempre procurando os amigos, já que é possível descobrir a localização das pessoas em qualquer lugar. Entretanto, redes do tipo requerem que usuários sempre atualizem o status, o que pode não ser possível em todos os lugares em que se encontra.
Apesar de não ter um computador ou smartphone para acessar o Foursquare em todos os lugares, a esmagadora maioria das pessoas possui um celular que recebe mensagens de texto. Portanto, nada como unir um serviço de localização ao celular, fazendo com que você encontre quem quiser para a balada do final de semana
Este é o objetivo do Onde Está, novo serviço da Algar/CTBC que já está disponível em todas as localidades da área de cobertura da empresa de telecomunicações. Em uma entrevista com Luciana Gonçalves Borges, da Coordenação de Desenvolvimento de Produtos da Algar, ficamos sabendo mais sobre o serviço.
Onde Está?
A novidade funciona através da triangulação de dados, “usando como referência a posição das antenas da cobertura GSM e 3G da CTBC para informar a localização aproximada de um celular”, explica Luciana Borges. A ideia é permitir ao usuário uma sensação de segurança e bem estar, sabendo onde estão familiares e amigos.
Ele funciona através do SMS/MMS, bastando enviar uma mensagem de texto com a palavra “Localizar” para o número 120, juntamente com o número do telefone celular a ser localizado. Caso o seu celular comporte mensagens com foto, um mapa aparecerá em sua tela, com a marcação aproximada do lugar onde se encontra aquela pessoa com o SMS.
Entretanto, se você possui um celular mais simples, uma mensagem de texto será enviada com o texto “o celular (número) encontra-se próximo à rua (nome da rua) entre os números ‘x’ e ‘y’, no bairro (nome do bairro), na cidade de (nome da cidade) com precisão de ‘x’ metros”, explica Borges.
Privacidade pra quem quer
Os que se preocupam com a privacidade podem ficar tranquilos, já que você pode não aceitar o envio de dados para outros usuários. Luciana Borges comenta que “Celulares de titularidades diferentes do solicitante da localização devem conceder concordância via SMS. Ele pode recusar, autorizar somente uma localização ou autorizar sempre ser localizado por aquele número”.
Em celulares com a mesma titularidade, ou seja, que estejam no nome de uma mesma pessoa, a autorização é feita de forma automática. Para números de donos diferentes, o portador do celular a ser encontrado recebe a mensagem “O celular (número) deseja localizá-lo. Em até 7 minutos, responda SIM para aceitar, SEMPRE para ser sempre localizado e NÃO para recusar”.
Caso o celular que você quer localizar esteja desligado ou fora da área de cobertura da CTBC, o serviço não poderá ser utilizado. Entretanto, Borges diz que “quando o solicitante da localização estiver em roaming, conseguirá utilizar normalmente o Onde Está, pelo fato da prestação de serviço ser via SMS/MMS. Ou seja, uma mãe que viaja mesmo estando fora da área de cobertura da CTBC conseguirá ficar tranquila localizando seu filhos”.
Lançado na campanha do Dia das Mães, o serviço já está disponível para todos os planos pós e pré-pagos da CTBC, tanto em aparelhos de pessoas físicas quanto jurídicas. Apesar de já estar disponível em toda a área de cobertura da Telecom, a Algar ainda não conta com “previsão de viabilidade do serviço usando redes de outras operadoras, já que nem todas possuem esta tecnologia implantada”, afirma Luciana Borges. Além de permitir a localização dos amigos, o serviço pode ser debitado tanto por cada pesquisa quanto por meio de pacotes promocionais. Nenhuma mensagem trocada com os usuários no processo de localização é cobrada. Só serão cobrados os valores quando o solicitante receber o SMS ou MMS com os dados requisitados. Cada pesquisa custa R$ 0,79 (bruto), porém os usuários de celulares pós-pagos também podem realizar uma assinatura mensal, com 10 pesquisas por R$ 4,90 (bruto, ou seja, 0,49 centavos por solicitação). Para quem participa da “Oferta Rede Família”, oferecida pela CTBC, o cliente terá oserviço gratuitamente até dia 31 de dezembro de 2011. Para regiões do Brasil que não possuem cobertura da CTBC, a Claro também comercializa um serviço semelhante, o Claro Localizador. Entretanto, esse serviço possui um foco diferente e não realiza envio de SMS ou a localização de celulares de donos diferentes. Portanto, se você é uma mãe ou pai preocupado ou ainda uma pessoa recheada de amigos que precisa encontrar, o Onde Está pode ser uma alternativa interessante para localizar pessoas. Ainda mais, infelizmente, com os perigos da sociedade moderna.Valores
Qualidade multiplicada por 16 - Sharp revela TV de da mais altissima resolução
Na manhã de hoje (19/05) a Sharp revelou seu mais novo e ousado projeto: um televisor de LCD capaz de surpreender até mesmo os consumidores de alta tecnologia. O produto tem a capacidade de reproduzir imagens com detalhes impressionantes, superando em 16 vezes qualquer HDTV (1080p) encontrada no mercado atualmente. A resolução divulgada é de assustadores 7680 x 4320 pixels, o que garante detalhes finos até nas distâncias mais próximas, como mostrado pelo vídeo acima. Enquanto televisores comuns trazem taxas de 60 pixels por polegada, o novo modelo da Sharp conta com 103 pixels para a mesma medida. O protótipo apresentado pela empresa tem 85 polegadas, mostrando que a alta qualidade de imagens, se aliada a grandes formatos, pode virar uma fórmula de sucesso. A Sharp ainda destaca que o sistema é capaz de receber o Super Hi-Vision: esta é a próxima geração de formatos para transmissão televisiva, que deve substituir o atual até 2020. O público poderá ver o novo produto de perto na próxima semana (26/05), durante a feira NHK STRL, que ocorre em Tóquio. Link para o video https://www.youtube.com/watch?v=9U7e_quvkPQ&feature=player_embedded
Android ou iOS: quem vence a corrida pelos smartphones?
Quando pensamos em Google, muitas vezes ligamos seu nome ao buscador mais acessado na internet por todo o planeta. No entanto, com o passar dos anos, esta empresa passou a investir em outros segmentos da rede como serviço de e-mails, navegadores, editores de texto, entre milhares de aplicativos disponíveis. Com os sistemas operacionais para smartphones não foi diferente.
Lançado em outubro de 2008, o Android é um sistema operacional móvel desenvolvido pelo Google no modelo Open Source, que permite aos usuários colaborarem para o melhor desenvolvimento do sistema. O Android trata-se também da resposta do Google ao sistema desenvolvido pela Apple dentro dos iPhones, conhecido como iOS. Esta verdadeira guerra entre Apple e Google se justifica no crescimento da venda de smartphones nos últimos anos, já que segundo dados da ADMOB (Publicidade de Dispositivos Móveis), um a cada dez usuários já usa este tipo de tecnologia.
Android x iOS
Caracterizado por rodar sobre o núcleo Linux, o Android tem praticamente todos os recursos necessários para um usuário de smartphone: navegador, serviço de mensagens SMS e MMS, tecnologias de conectividade (Wi-Fi, Bluetooth, 3G, WiMax, GSM/EDGE, entre outros), além de recursos multimídia e aplicativos adicionais, como GPS, gráficos 3D e armazenamento de dados SQLite. Suas versões mais atuais, o Gingerbread 2.3 e o Honeycomb 3.0, já oferecem recursos ainda mais avançados para aplicativos, voltados não somente para smartphones, mas também tablets.
Apesar de disputar mercado diretamente com o Symbian, que deu origem a outros diversos sistemas operacionais como os desenvolvidos pela Nokia, LG e Samsung, o grande rival do Android no Brasil é mesmo os iOS, da Apple. Mesmo em ascensão e com estimativa de vendas de 91 milhões de aparelhos para 2011 no mundo todo, o modelo desenvolvido pelo Google ainda perde em vendas para a Apple no Brasil (85 mil aparelhos vendidos contra 90 mil em 2010).
Já em aplicativos oferecidos nas lojas on-line, os iOS também oferecem mais recursos, apesar de existir uma perspectiva para que este quadro se altere já em 2011. Dentre os aplicativos mais famosos oferecidos pelo Android, podemos encontrar sucessos de download como o Facebook, Angry Birds, TweetDeck, Google Maps, entre outros.
Radeon HD 6950 FleX Edition
Uma nova opção de placa de vídeo está prestes a chegar ao mercado deste segmento. Produzido pela Sapphire Technology, a nova Radeon HD 6950 FleX Edition teve o seu lançamento anunciado no final do mês de março e promete atrair muitos usuários que utilizam barramento PCI (Interconector de Componentes Periféricos) em seus computadores pessoais.
Ainda sem previsão de preços e data para chegar às lojas, aRadeon HD 6950 FleX Edition possui suporte para a tecnologia AMD Eyefinity, oferecendo conexão para até seis monitores simultaneamente. Baseado nesta tecnologia, a nova placa produzida pela Sapphire suporta até três monitores conectados via DVI sem adaptadores ativos, além de duas conexões via mini Display Port e uma entrada HDMI.
Características de desempenho
Além de contar com a tecnologia Eyefinity, a nova Radeon HD 6950 FleX Edition oferece a seus usuários um excelente desempenho para placas com barramento PCI. Além de oferecer 2GB de memória GDDR5, esta placa vem com o sistema de refrigeração Vapor-X, desenvolvido especialmente para manter o produto o mais refrigerado possível, além de extremamente silencioso.
Quem pensa que as vantagens da Radeon HD 6950 FleX Edition para por aí, está enganado. A nova placa produzida pela Sapphire também oferece suporte para a tecnologia CrossfireX, indicada para usuários que buscam o máximo de potência gráfica dentro do seu PC. Outra possibilidade interessante está no duplo suporte para chips BIOS, além dos seus clocks de referência, que operam em 800 MHz para o chip gráfico e 5 GHz para a memória.
Outros detalhes importantes
Se você tem curiosidade para saber quais benefícios esta nova “super-placa” irá trazer ao seu computador, um deles é o sistema UVD3, que oferece resolução máxima para cinéfilos amantes do Blu-Ray. Outras vantagens oferecidas são o seu total suporte pelo Windows 7, além de uma excelente utilização dos principais navegadores de internet recentemente lançados (IE9, Firefox 4, Chrome 12, entre outros).
Nova imagem do Windows 8 apresenta a "tela negra da morte"
Segundo informações a famosa tela da morte ou tela azul foi substituida pela cor preta
surgiram novas imagens da instalação do Windows 8 Milestone 3, a novidade fica por conta da famosa "tela azul da morte", marca registrada nos sistemas operacionais da Microsoft. No entanto, a nova tela de erro pode ser chamada de "tela preta da morte", já que a coloração principal foi modificada para o preto. Além disso, ela teve seu design reformulado, está mais simples e traz apenas o texto: "Seu computador precisa ser reinicializado".
A imagem foi publicada pelo site Win Rumors. O site lembra que a Microsoft também havia utilizado a cor vermelha em versões beta do antigo Windows 98 e do Windows Vista. Por esse motivo, também poderão ocorrer mudanças até o lançamento oficial do Windows 8.
Antivírus gratuito da Microsoft promete simplicidade e proteção básica
Software é direcionado a quem ainda não possui proteção contra pragas.
Empresas antivírus temem que Microsoft abuse dos canais de distribuição.
A Microsoft lançou o antivírus gratuito chamado Microsoft Security Essentials (MSSE). A empresa já havia entrado no mercado de antispywares com o Microsoft Antispyware, mais tarde renomeado para Windows Defender e incluído no Windows Vista. O antivírus chegou depois, com o nome de OneCare, mas não era gratuito e foi descontinuado. Agora, a Microsoft muda sua estratégia ao oferecer somente um antivírus para uso doméstico e não cobrar por isso. Conheça o novo software na coluna de hoje.
A proposta da Microsoft: o que o MSSE não é
Como o nome sugere, o Security Essentials não busca oferecer uma proteção completa e sim o essencial – ou seja, o básico. O objetivo da Microsoft, segundo ela própria, é dar uma opção nova àqueles usuários que não possuem antivírus instalado. Números fornecidos pela empresa sugerem que 60% dos computadores não têm um antivírus. Essa estatística foi questionada, mas ainda assim é certo que alguns PCs não têm software de segurança contra pragas digitais, muitas vezes por questões de desempenho, considerando-se os notórios problemas dos antivírus nesse quesito.
A nova solução gratuita não é direcionada a empresas. A Microsoft tem outro produto, o Forefront, que é pago, para esse mercado. Embora o Forefront tenha recursos diferenciados para uso em rede, o MSSE é tão focado em remoção de vírus que se assemelha mais ao Forefront do que ao descontinuado OneCare, que trazia uma suíte de aplicativos para manutenção do sistema.
O Security Essentials atende apenas ao usuário doméstico, e principalmente quem precisa de um software leve e razoável. A qualidade existe, mas o programa não dispõe de tecnologias que hoje podem ser encontrados em boa parte dos softwares, como a análise de comportamento (HIPS), que é capaz de detectar vírus desconhecidos.
No entanto, ele é o primeiro antivírus da Microsoft a utilizar o Dynamic Signature Service (DSS). Com essa tecnologia, o programa monitora a atividade dos aplicativos em execução. Quando uma atividade suspeita é detectada, informações são enviadas para que seja verificada a existência de uma assinatura. Com isso, o usuário estará protegido mesmo sem estar com a última atualização do MSSE, já que uma assinatura específica será baixada dos servidores quando necessário. O DSS deve ser incluído também no Forefront, o que fará com que ambos trabalhem juntos, melhorando o produto corporativo da Microsoft.
Leve, básico, simples e somente para Windows original
A simplicidade do “Essentials” é percebida até no programa de instalação: apenas 8,6 MB para Windows ou 4,7 MB para Windows Vista. Esse número pode ser comparado aos 30 MB das versões gratuitas do Avast e do AVG, por exemplo, e aos 33 MB do Avira. Antivírus e suítes pagas são ainda maiores.
A instalação não deve apresentar nenhuma dificuldade ou opção avançada. Há apenas um detalhe: ela verifica se a cópia do Windows instalada no computador é original.
Quando a instalação termina, é apresentada a tela inicial da interface do programa. Limpa e direta, ela faz uso de cores para informar se tudo corre bem (verde) ou se há problemas (vermelho). Na tela exibida é possível realizar uma verificação do sistema, que deve iniciar automaticamente se a opção no final da instalação foi deixada ativa. Há uma aba para verificar atualizações, uma para o histórico e quarentena, e outra para configurações.
Há bastante para se ver na parte de configurações, mas praticamente nada do que está ali precisará ser mudado na maioria dos casos. A coluna faz apenas a recomendação de trocar a ação recomendada no caso de infecção para Quarentena, para que o programa não remova arquivos legítimos acidentalmente.
O MSSE vem programado para realizar uma varredura rápida uma vez por semana, mas isso não deve causar impacto no desempenho do PC. Dois motivos para isso: o software só realiza a operação se o sistema estiver ocioso, e a varredura rápida faz jus ao nome – levou apenas dois minutos no notebook usado pelo teste do G1 (Core 2 Duo 1,7 Ghz com 1 GB de RAM e disco rígido de 5400 RPM).
Não foi perceptível nenhuma queda significativa no desempenho do sistema, embora a quantidade de memória disponível no notebook de teste fosse a mínima recomendada pela Microsoft para a instalação do programa.
Quando uma praga digital é encontrada, o MSSE exibe um alerta pop up a partir da barra ao lado do relógio. Ali é possível tomar diretamente a ação recomendada ou ver mais informações. Nenhum alerta sonoro é emitido.
O G1 não fez um teste para avaliar a capacidade de detecção de pragas digitais, mas usou informações do laboratório alemão AV-Test– confira logo abaixo. Testes antivírus de boa qualidade são difíceis de serem realizados e, embora um teste rudimentar pudesse ser feito, seu resultado seria questionável. Há apenas alguns poucos laboratórios no mundo com especialistas nessa área, entre os quais o AV-Test.
No entanto, o G1 tentou baixar uma praga digital brasileira e nova para o notebook com o Security Essentials. Os vírus brasileiros normalmente usam inicialmente um componente conhecido como 'Downloader'. Ele geralmente passa pelos antivírus, desativa os softwares de segurança e então baixa as demais partes do código malicioso, que geralmente têm uma detecção melhor. Nesse ponto, no entanto, o antivírus normalmente não está mais em perfeito estado de funcionamento para detectar o problema.
No caso do MSSE, o downloader inicial foi detectado assim que o arquivo malicioso foi baixado. Portanto, nem foi necessário executar o cavalo de troia para ver se os demais componentes seriam detectados.
Reação da concorrência, desempenho e conclusão
A pergunta de muitos usuários certamente é: “devo trocar meu antivírus pela nova oferta da Microsoft?” Essa é uma questão difícil de responder. Não há como avaliar criteriosamente um software que acabou de ser lançado. Não é nem razoável supor que o desempenho inicial dele seja mantido – ele pode melhorar ou piorar nos meses seguintes. Ainda é cedo para fazer qualquer julgamento.
É normalmente considerando deselegante falar de concorrentes, mas isso não impediu a ESET (do NOD32), a Symantec (Norton), a AVG e a Alwil (Avast) de se pronunciarem ao site Ars Techinca.
Para a Symantec e ESET, o Security Essentials simplesmente não compete com as soluções pagas. Para a Alwil, a disponibilidade de mais um software de segurança gratuito é positiva, mas a empresa diz, basicamente, que o aplicativo não está em pé de igualdade com o Avast ou mesmo com o concorrente AVG. Já a própria AVG disse estar receosa de que a Microsoft use seus canais de distribuição (como fabricantes de PCs e as atualizações do Windows) para “empurrar” o programa.
A Symantec chegou a encomendar um estudo comparando o MSSE com o Norton Anti-Virus 2009. O teste foi realizado ainda com a versão beta do Essentials e mostrou uma larga vantagem do Norton. Embora o teste tenha sido pago pela Symantec, o resultado é, segundo a empresa, independente.
Apesar de ser verdade que o Security Essentials não dispõe de muitos recursos, especialmente os pró-ativos e de defesa (com exceção do DSS), um teste recente do laboratório AV-Test mostrou que o programa não é tão ruim no que se propõe a fazer: 98,4% de 545 mil pragas foram detectadas, taxa que os realizadores do teste consideraram “muito boa” e – ao contrário do que disseram os concorrentes – comparável às demais ofertas do mercado.
Vale lembrar que quase o mesmo foi dito a respeito da entrada da Microsoft no mercado antispyware. O Windows Defender acabou sendo integrado ao Windows Vista e programas dedicados à erradicação de spywares sumiram, sendo integrados aos antivírus. Se você tem curiosidade para conhecê-lo, o Security Essentials não vai tomar muito tempo no download, nem muito espaço em disco para ser instalado. Mas se você está contente com seu software antivírus, não perca tempo. O Security Essentials não veio para concorrer com o que há de melhor no mercado. Considerando a proposta da Microsoft, ele não será, nem busca ser, o “melhor” antivírus. O nome “Microsoft”, no entanto, parece estar incomodando as empresas antivírus.
Disponivel para download o microsoft MSSE
Microsoft usa linux em seus servidores
A microsoft umas das maiores empresas de software do mundo passa agora a usar linux em seus servidores, isso mostra como linux esta crescendo cada vez mais, ai segue o link para quem quiser dar uma olhada https://toolbar.netcraft.com/site_report?
Impressão digital pode revelar senhas
“Quando usamos telas touch screen, deixamos óleos residuais ou manchas na tela”, de acrodo com a equipe de cientistas da Universidade da Pensilvânia. Essas manchas então, são as responsáveis pelo vazamento da informação.
Essa vulnerabilidade evidente
Restou ao google afirmar que a versão 2.2 do S.O Android contará com uma senha alfanumérica… Será que resolve?
RIM dara a india acesso parcial a codigos do BlackBerry
Nova Déli afirmou que irá banir o BlackBerry no país caso a RIM não cumpra suas exigências, em disputa que ameaça o futuro da companhia canadense no mercado de telecomunicações que mais cresce no mundo.
“Esperamos que irão buscar soluções para nossas preocupações sobre segurança”, disse uma autoridade do ministério do Interior. A Índia é o mais novo país a aumentar a pressão sobre a RIM, fabricante do smartphone conhecido por sua confidencialidade.
Muitos executivos e políticos preferem o BlackBerry a outros smartphones, mas alguns governos, como o da Arábia Saudita, temem que o aparelho possa ser usado por terroristas ou para violar leis islâmicas.
Com o novo aplicativo usuario fala e Android obedece
Voice Actions permite que se dite o e-mail a ser enviado ou que ligação seja feita ao se falar o nome do contato desejado.
Infelizmente, o aplicativo só funciona com Android 2.2. Portanto, ninguém no Brasil, oficialmente, está habilitado a usá-lo. Outro empecilho é que todas as ordens devem ser ditas em inglês, e não há previsão para que outros idiomas sejam suportados.
Por mais que o Voice Actions não esteja disponível para brasileiros, existem alternativas. O Vingo, por exemplo, tem funções parecidas, e não é coincidência que no mesmo dia em que a Google anunciou o seu serviço, o aplicativo passou a ser gratuito – antes custava dez dólares.
Sony desenvolve tecnologia que permite a criação de Blu-rays com até 1 TB de dados
Enquanto para muitos possuir um reprodutor de discos Blu-Ray em casa não passe de um sonho distante, há bastante tempo já se fala em tecnologias capazes de tornar os discos azuis uma coisa do passado. Exemplo disso é o padrão BDXL, que ao utilizar discos com três ou quatro camadas consegue disponibilizar até 128 GB de espaço para gravação.
Porém, essa tecnologia que já impressiona por disponibilizar a capacidade de um disco rígido em um simples Blu-ray parece superada antes mesmo do lançamento. Ao menos se depender do anúncio da Sony que, junto com a Universidade de Tohoku, desenvolveu um novo laser capaz de aproveitar de forma muito mais eficiente a densidade de um disco comum.
Enquanto padrões como o BDXL aumentam o espaço disponível ao disponibilizar mais camadas ao disco (o que os torna incompatíveis com os reprodutores atuais), a Sony apostou em outra maneira de aumentar a eficiência do método de gravação. Em vez de aumentar o tamanho dos discos, a empresa decidiu aumentar a eficiência do laser utilizado.
Blu-Rays com até 1 TB de armazenamento
Assim como o laser utilizado para a gravação de um Blu-ray tradicional, a nova tecnologia utiliza um comprimento de onda de 405 nanômetros (para ter noção da escala, um nm equivale a um bilionésimo de metro). A diferença fica para a duração dos pulsos ópticos, com a duração de somente três picossegundos (um picossegundo equivale a um bilionésimo de segundo).
O novo equipamento possui uma potência de saída de até 100 watts, com frequência de até 1 gigahertz. Pode parecer pouco para quem está por dentro do assunto, mas esta capacidade de saída é cerca de cem vezes maior do que o método de gravação utilizado atualmente. Isto faz com que a capacidade de gravação seja em teoria até 20 vezes maior do que a de um Blu-ray tradicional, podendo chegar a 1TB em um disco de camada simples.
Embora existam outros métodos que já utilizam lasers de alta potência empregados principalmente em pesquisas científicas, a fonte de luz utilizada costuma ser muito grande e exige a presença de um técnico especializado para se certificar de que a operação acontece corretamente.
A Sony alega ter resolvido esse problema ao utilizar uma tecnologia que incorpora diodos semicondutores ao sistema de lasers, tornando-o mais estável e próprio para utilização em um leque muito grande de aplicações. O novo método também permite que o tamanho da fonte de luz utilizada seja drasticamente reduzido, o que pode significar leitores com dimensões menores se comparados aos atuais, por exemplo.
O novo laser semicondutor de alta potência e velocidade utiliza um método ótico não linear conhecido como “two-photon absorption” (absorção de dois fótons, em uma tradução livre), que acontece como resultado de pulsos óticos de alta intensidade.
Quando a luz é concentrada na lente durante a gravação, é criado um processo que muda propriedades químicas e termais ao redor do ponto de foco do laser, atingindo uma área menor que o diâmetro do ponto de foco da lente em si (se a explicação pareceu incompreensível, é porque realmente se trata de um processo realmente complicado).
Embora entender como o método funciona seja algo difícil e restrito aos especialistas na área, as aplicações práticas são bastante palpáveis. Esta tecnologia permite utilizar de forma muito mais eficiente a superfície de um disco, gravando dados de forma tridimensional – com a utilização de materiais que combinam elementos orgânicos e inorgânicos com propriedades adaptadas ao laser utilizado, o resultado é um espaço muito maior para a gravação de dados.
Os poucos protótipos montados até agora ocupam um espaço gigantesco e custaram em média US$ 100 mil para serem produzidos. Porém, isso tende a mudar, especialmente após a Sony ter sido bem-sucedida na gravação e leitura de dados utilizando a técnica, embora não haja nenhuma informação sobre previsões de quando a tecnologia passará a ser utilizada em escala industrial.
Lançamento: pendrive 256Gb Kingston
Kingston lança primeira pendrive de 256 GB
Já está à venda a primeira pendrive do mundo com capacidade de 256 GB. A Data Traveler 300 chega pela mão da Kingston, e é compatível com Windows, Mac e Linux.
A Data Traveler 300 mede 70,68 mm x 22,37 mm x 16,45 mm, permitindo a leitura a 20 MBps (Megabites por segundo) e gravação a 10MBps.
É compatível com o Windows (7, Vista, XP, & ReadyBoost), Mac OS X10.3+, e também com Linux.
O utilizador pode proteger os seus dados, através do programa Password Traveler (incluído), podendo criar uma Private Zone (Zona Privada), onde os ficheiros só podem ser abertos inserindo a palavra-passe.
Com capacidade de armazenamento de 256 GB, a Data Traveler permite guardar, por exemplo, mais de 17 mil minutos de vídeo MPEG1, ou mais de 195 mil documentos do Microsoft Word.
No Reino Unido, o aparelho está a ser comercializado por cerca de 657 euros.
Fedora 13 (Goddard)
Fedora é uma distribuição Linux feita por um conjunto de pessoas espalhadas pelo mundo que tem patrocínio da Red Had e a direção do pessoal Fedora Project. Os primeiros testes do projeto fedora foram iniciados em julho de 2003 e em março do ano seguinte foi lançada a primeira versão para usuário final.
O Fedora 13 tem como objetivo levar inovações para seus usuários finais, velocidade, estabilidade e softwares de qualidade para todos, e nessa versão o sistema operacional tem como principais desktop o KDE 4.4 e o Gnome 2.3, a suite do OpenOffice.org 3.2, o navegador Firefox 3.6.3 entre vários outros pacotes de softwares livres de alta qualidade para seus usuários.
Além dos pacotes de softwares que acompanham o Fedora 13, os usuários que antes tinham problemas com drivers de placa de vídeo de arquitetura proprietária com a nova versão do Fedora esse problema já tem solução, pois esta versão conta com o Nouveau, um driver trabalhado para suportar jogos e aplicações 3D em computadores com placas de vídeo NVidia. Por enquanto ele se encontra em período experimental, mas será possível usá-lo.
Outra utilidade que acompanhará o Fedora 13 é a instalação automática do driver da impressora com conexão USB, fazendo com que a instalação seja mais rápida e que o uso seja imediato.
Mesmo que essa distribuição Linux seja feita para quem já sabe mexer, os desenvolvedores do Fedora 13 se preocupam desde suas versões anteriores com a educação envolvendo a informática. O Sugar Learning Environment é o ambiente padrão do projeto OLPC (One Laptop Per Child – Um Laptop Por Criança) que é adaptado para crianças no intuito de conscientizar as crianças a usarem o computador para fins de estudo de forma correta.
Aos amantes da programação o Fedora 13 contará com o Python 3, ou seja, quem gostava de programar no Python 2, vai poder trabalhar com o Python 3 também, mantendo a funcionalidade do Python 2, além de contar com as extensões para GDB (depurador) para que o python possa buscar na biblioteca scripts para a utilização da interatividade do Python.
O Fedora 13 virá com diversas inovações que agradarão aos usuários e curiosos da distribuição Linux, e fará com que todos desfrutem ao máximo de seu sistema e de seus softwares de alta qualidade desenvolvidos para facilitar e dar ao dia a dia conforto, segurança e toda a ferramenta necessária, seja para estudo, trabalho ou lazer de seus usuários.
Teste da Placa de Vídeo MSI N260GTX Lightning Black Edition...MSI inovando em 2010...
A msi esta inovando em 2010 antes nem ouvia falar tanto dela...
É complicado testar placas de vídeo hoje em dia porque não há diferença entre modelos de fabricantes diferentes baseados no mesmo chip gráfico, já que eles são idênticos ao modelo de referência fornecido pelo fabricante do chip gráfico (nVidia ou AMD) e a única coisa que o “fabricante” da placa de vídeo faz é colocar sua etiqueta na placa e colocá-la em uma caixa com a sua logomarca. É por esse motivo que estávamos tão empolgados para testar um modelo onde o fabricante incluiu algo realmente único na placa de vídeo: a MSI N260GTX Lighting Black Edition vem com um painel para overclock (chamado AirForce) que pode ser instalado no gabinete ou sobre a mesa, permitindo ao usuário fazer overclock da placa de vídeo pressionando alguns botões, facilitando bastante o processo de overclock especialmente para os novatos. Outros recursos foram adicionados nesta placa de vídeo: o dobro da quantidade de memória em relação ao modelo de referência (1.792 MB vs. 896 MB), circuito regulador de tensão com 10 fases, capacitores sólidos de alumínio, bobinas de ferrite, transistores MOSFET com baixa corrente de fuga, pontos de teste na placa para você verificar as tensões do chip gráfico e da memória usando um voltímetro e um cooler mais eficiente.
A desvantagem de desenvolver o seu próprio produto em vez de usar o modelo de referência da nVidia é porque leva tempo, e pode ser que quando o produto chegue ao mercado já seja tarde. Embora a GeForce GTX 260/216 não seja o produto mais novo da nVidia, nós não podemos considerá-lo obsoleto, o que faz dele uma escolha interessante.
Antes de falarmos especificamente sobre a MSI N260GTX Lightning Black Edition, vamos dar uma olhada na caixa do produto, que também é diferente, parecendo-se com um porta-jóias.
A MSI N260GTX Lightning Black Edition é baseada no chip gráfico GeForce GTX 260/216. Nós usamos o “216” no nome para lembrar que estamos falando da segunda versão deste chip gráfico, que tem 216 unidades de processamento em vez de 192. Em ambas as versões do GeForce GTX 260 o chip gráfico trabalha internamente a 576 MHz, as unidades de processamento trabalham a 1.242 MHz e os 896 MB de memória são acessados a 1 GHz (2 GHz DDR) através de uma interface de 448 bits, o que resulta em uma taxa de transferência máxima teórica de 112 GB/s.
Neste modelo da MSI o chip gráfico trabalha a 655 MHz (13,71% acima do clock padrão) e as unidades de processamento trabalham a 1.404 MHz (13,04% acima do clock padrão). A memória tem as mesmas especificações de clock, apesar de a N260GTX Lightning Black Edition vir com o dobro da quantidade de memória: 1792 MB em vez de 896 MB. De acordo com a MSI esta é a primeira placa de vídeo GeForce GTX 260 a ter este recurso, o que aumenta o desempenho em jogos que utilizam texturas grandes como o Grand Theft Auto IV.
A placa testada vem com três saídas de vídeo: VGA, DVI e HDMI. Desta forma você pode conectá-la em qualquer tipo de monitor sem o uso de um adaptador. A placa vem com um adaptador HDMI-para-DVI – para permitir a você conectar dois monitores de vídeo com cabos DVI – e um adaptador DVI-para-VGA – para permitir a você conectar dois monitores de vídeo com cabos VGA
As principais especificações técnicas da MSI N260GTX Lightning Black Edition são:
Chip gráfico: GeForce GTX 260/216 trabalhando a 655 MHz núcleo / 1.404 MHz unidades de processamento.
Memória: 1.792 MB de memória GDDR3 (interface de 448 bits) rodando a 1 GHz (“2 GHz”).
Barramento: PCI Express x16 2.0.
Conectores: Um conector HDMI, um conector DVI e um conector VGA.
Captura de Vídeo (VIVO): Não.
Cabos e adaptadores que vêm com esta placa: adaptador HDMI-para-DVI, adaptador DVI-para-VGA, cabo SPDIF, dois cabos USB para o painel AirForce.
Recursos extras: Painel para overclock AirForce.
Quantidade de CDs/DVDs que vêm com a placa: um.
Jogos que vêm com a placa: Nenhum.
Programas que acompanham esta placa: Nenhum.
Fonte de alimentação mínima requerida: 500 W.
Mais informações: https://www.msicomputer.com
Preço médio nos EUA*: US$ 295
Gigabyte: placas-mãe com SATA 6 Gbps e USB 3.0 para CPUs AMD
Vimos nos últimos tempos diversas novidades em placas-mãe para os processadores Core i5 e i7 da Intel. A Asus e a Gigabyte anunciaram algum tempo atrás placas-mãe P55 com SATA de 6 Gbps e USB 3.0, mas agora a Gigabyte deu um passo a frente e lançou três novas placas AM3, para processadores AMD, com as mesmas regalias que as versões para Intel.
As três 'mobos' são a GA-790FXTA-UD5, GA-790XTA-UD4 e GA-770TA-UD3, baseadas, respectivamente, nos chipsets AMD 790FX, 790X e 770. Além do USB 3.0, a empresa também aumentou o número a quantidade de energia disponível através dessas portas, assim como nas P55. O marketing da Gigabyte foi colocando a etiqueta "333" nas placas-mãe: SATA de terceira geração, USB 3.0 e três vezes mais energia via USB. As três possuem projeto "8+2 CPU VRM power phase", permitindo compatibilidade com os processadores Phenom II de 140 Watts, já que o Phenom II X4 965 está disponível agora em 125 Watts. As três novidades possuem soquetes AM3 e slots de memória DDR3.
Não há detalhes sobre preços e outras especificações das placas 790X e 770, somente o que está disponível nas imagens abaixo sobre a GA-790FXTA-UD5. Esse modelo, voltado a entusiastas, possui três slots PCI Express x16, um sistema parrudo de refrigeração, oito portas SATA internas, dois conectores "combo" eSATA/USB, e outros itens para deixar qualquer um feliz. Essa provavelmente não será barata, embora seja esperado que a 770 não seja tão cara assim.


